Já se nota que a Primavera chegou. Mas não foi isso que fez escrever hoje.
O que me fez escrever aqui neste dia foi o quanto percebi o que significa passar três Primaveras vivendo uma vida nova.
Em três anos senti-me uma pessoa nova, uma pessoa que é capaz de se sentir alguém, de sentir que é capaz de gostar e que alguém é capaz de gostar de nós.
Quem me conhece sabe o que era e o que sou, sabe quais são as diferenças do antes e depois.
Foram e são três Primaveras únicas, tão únicas que quem tem o mesmo sabe do que escrevo. Mas até isso é impossível, porque nada do tenho sentido se pode comparar com outra coisa qualquer; nem em palavras, nem em gestos, nem que seja até ao final da nossa vida.
E é por isso que neste momento vou ficar sempre a dever esta mudança e este experiência única a uma só pessoa para o resto da minha vida.
Uma pessoa que não se encontra algo semelhante em qualquer outra parte do mundo.
Uma pessoa que é capaz de se entregar a nós a 100%, que nunca nos deixa sós, que é capaz de nos amar até ao infinito e, que sobretudo, nos faz sentir assim todos os dias, a toda a hora.
"Vamos concordar em desistir de amar
E enraizar a clareira do inferno;
Então retornaremos e veremos
Os mundos da feliz eternidade
E por toda a eternidade
Eu te perdoarei, tu me perdoarás
E por toda a eternidade eu te amarei..."
"... e tu me amarás".
sexta-feira, 27 de março de 2009
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